Quando o vizinho da esquerda termina a reforma, o da direita começa.
O da direita é uma anta-de-capacete-pão-dura, que enrola os pedreiros até que eles se enchem e vão embora. Resultado: a maldita obra não termina nunca.
O anta-de-capacete é péssimo pra escolher pedreiros, ou melhor, escolhe pedreiros péssimos (lembram-se, a anta é pão-dura!), e os FDPS dos pedreiros fazem um estrago no seu quintal e acabam um suas plantas derrubando massa.
Quando (parece) que tudo vai ficar bem, porque finalmente a obra interminável vai terminar, o vizinho de trás (um véio caquético que vive te dando sorrisinhos esquisitos) bate na sua porta dizendo que começou uma obra (!!!!) na casa dele e vai contar as suas (!!!)plantas pra não atrapalhar os pedreiros que vão subir duas fileiras de tijolos do muro!!!
"Nunca imaginei
Que eu pudesse me sentir assim
Como se eu nunca tivesse visto o céu antes
Quero desaparecer num beijo seu
A cada dia eu te amo, mais e mais
Ouça meu coração, pode ouvi-lo cantar?
Volte para mim e me perdoe por tudo.
As estações podem mudar de inverno a primavera
Mas eu te amarei, até o fim da minha vida.
Haja o que houver,
Haja o que houver,
Eu amarei você até o dia da minha morte.
De repente o mundo parece ser tão perfeito,
De repente se move com tanta graça,
De repente minha vida não parece perdida.
E tudo gira em torno de você.
Não há montanha tão alta,
Nem rio tão extenso.
Cante esta canção e eu estarei ao seu lado,
Tempestades podem se formar
E estrelas podem colidir
Mas eu te amo, até o fim da minha vida.
Haja o que houver,
Haja o que houver,
Eu amarei você até o dia da minha morte.
Oh, haja o que houver,
Haja o que eu houver,
Eu amarei você, eu amarei você
De repente o mundo parece ser tão perfeito.
Haja o que houver,
Haja o que houver,
Eu amarei você até o dia da minha morte."
Sinto que se fosse diferente sofreria menos. Porque me importo demasiado com simplicidades.
Traduzo em extraordinário o comum, sofro com o que é corriqueiro.
"não leve tão a sério", aconselham-me, e, embora perceba como sábio conselho, nada posso fazer contra minha própria natureza, que sempre fala mais alto.
Tenho me forçado a brincar de Pollyanna e, confesso, ser esta uma luta diária. Os resultados vêm, e eu, às vezes, me sinto mais leve, e rio do que me machuca. Não é fácil, entretanto.
Hoje, particularmente, sofri. Um sei-lá-o-que insistente que me consumiu boa parte do dia.
"Não vou me deixar embrutecer, eu acredito nos meus ideais.
Podem até machucar meu coração. Mas meu espírito ninguém vai conseguir quebrar..."
Este é o meu canto, minha válvula de escape, o
lugar onde eu assumo minhas fraquezas, comemoro minhas vitórias, procuro a
minha força. Neste lugar sou apenas EU...